JOGADOR BALADEIRO QUE SE CUIDE!!!

Amigos, deu no site globo esporte.com, em um texto escrito pelo brilhante jornalista Marcel Rizzo:

A partir desta pré-temporada que o Corinthians está realizando em Itu (a 100 km de São Paulo) os jogadores não poderão mais fazer corpo-mole nos treinamentos físicos. O Corinthians estréia um aparelho, cedido por uma empresa de produtos esportivos (em troca de publicidade na imprensa), que mede os batimentos cardíacos dos atletas durante os trabalhos. Quem explica é o preparador físico Flávio Trevisan.

- Nós definimos uma freqüência cardíaca, o mínimo e o máximo que o atleta pode alcançar na corrida para melhorar seu condicionamento. Antigamente, o jogador era quem cantava qual sua freqüência, quando passava por nós, e falávamos caso precisasse aumentar ou diminuir. Ele podia não cantar a verdade, para diminuir o ritmo. Agora, não. O aparelho mede os batimentos cardíacos durante todo o percurso. Temos, assim, um relatório completo da avaliação fisica do atleta - explica Trevisan.

O aparelho consiste em relógios, sensores e uma espécie de radar, que transmite as informações diretamente para um computador. Cada atleta tem seu relógio e seu sensor (que fica no peito, próximo ao coração) individual. Além do aparelho, que segundo Trevisan apenas o São Paulo já tem no futebol brasileiro, a empresa cedeu dez aparelhos de GPS, que medem a velocidade (máxima e média) e quanto cada atleta percorreu em cada treino.

- Antigamente marcávamos estes dados todos em programas de computador manualmente. Agora esses números chegam diretamente pelos equipamentos e facilitam muito o trabalho. Temos um controle completo do exercício - diz Trevisan, que chegou do Grêmio junto com o técnico Mano Menezes.

Outro aparelho utilizado neste período é o Reflotron. Este serve para analisar qual o desgaste muscular de cada atleta, por meio de análises da creatina quinase e da uréia. Caso o desgaste seja grande, a carga de trabalho vai diminuir e evitar lesões. Pode ser uma maneira, também, de avaliar se os atletas estão abusando das noitadas e do álcool.

- Podemos analisar isso (excesso de álcool) devido ao desgaste muscular. Se está excessivo, pode ser um indício de que o atleta está abusando. Aí podemos fazer outros testes, como de fígado. Mas no Grêmio eu já utilizava e nunca precisei disso. E aqui também não será necessário. Mas poderemos fazer caso algum teste esteja muito fora do normal - diz Trevisan.

E AGORA???JOGADOR BALADEIRO SERÁ FLAGRADO E VOCÊ, O QUE ACHA DISSO? O JOGADOR PODE CURTIR AS NOITADAS DESDE QUE CORRESPONDA EM CAMPO OU VOCÊ TEM RESTRIÇÕES??

TENHO UMA OPINÃO, TODO MUNDO TEM QUE CURTIR A VIDA DESDE QUE COM RESPONSABILIDADE. O JOGADOR PODE E DEVE IR PARA A BALADA SE QUISER MAS QUANDO NÃO TEM JOGO NO DIA SEGUINTE OU UM TREINO CEDO...E VOCÊ O QUE PENSA SOBRE ISSO?



Escrito por Eduardo de Meneses às 20h37
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UM TIME INTERNACIONAL

Meus amigos, a bola ainda nem bem começou a rolar nos campos brasileiros e um time nacional já é campeão internacional. Com o perdão do jogo de palavras. Sim, o Inter desbancou a xará italiana por 2 a 1. Assisti a partida e gostei do que vi.

Na defesa, o Colorado se destaca pela segurança de Sidney e as assistências de Marcão. No meio de campo, Guiñazu e Magrão enchem os olhos com um futebol que mescla o vigor físico com bons passes. E no ataque? Dubai e o mundo aplaudiram Fernadão e Nilmar. Que dupla. Não digo isso somente pelos gols que marcaram e garantiram o título mas pela partida que fizeram. Fernandão está na lista dos jogadores mais inteligentes que já passaram pelo sul do país e Nilmar tem habilidade e velocidade para desbancar a defesa adversária. O Internacional promete para esta temporada.

Sei que foi um torneio caça-niquel mas vencer sempre é bom. Mais uma conquista para a galeria de Abel Braga, antes chamado de sortudo por ver Adriano Gabiru desbancar o Barcelona no mundial de 2006, hoje técnico de ponta do futebol brasileiro. PARABÉNS INTERNACIONAL.

VEJA A FICHA TÉCNICA DO JOGO INTERNACIONA 2 X 1 INTERNAZIONALE:

Inter
Renan; Wellington Monteiro (Jonas), Sidnei, Orozco e Marcão; Maycon, Magrão (Danny Morais), Guiñazu e Alex (Ramón); Fernandão e Nilmar (Iarley)
Técnico: Abel Braga

Internazionale
Júlio César; Maicon, Córdoba, Materazzi e Fatic (Burdisso); Zanetti, Bolzoni (Pelé), César e Jimenes; Crespo e Ibrahimovic (Balotelli)
Técnico: Roberto Mancini

Data: 7/1/2008
Horário: 15 horas (horário de Brasília)
Local: Estádio Al Wasl, em Dubai (Emirados Árabes)
Cartões amarelos: Guiñazu, Maycon, Marcão (Inter); Ibrahimovic, Materazzi (Internazionale)
Gol: Fernandão (a 1min30), Jimenes (aos 39min do primeiro tempo); Nilmar (aos 20min do segundo tempo)



Escrito por Eduardo de Meneses às 20h20
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Nova ordem do futebol brasileiro-parte 1

Meus queridos amigos, leitores que são alvos dos meus desejos de excelente ano novo com muita saúde, paz, realizações, alegria, sorte e dinheiro. Que todos os seus sonhos se realizem.

Com a chegada do ano novo, voltamos a viver o período de especulações e contratações no futebol brasileiro. Como bem escreveu Antero Greco, em sua coluna no Estado de São Paulo, reforçar sempre é preciso mas a linha é muito tênue na divisão de bons jogadores, reforços que resolvem, dos atletas que chegam apenas para compor elenco.

Vejamos a nova ordem do futebol brasileiro. Antes, bastava trocar o técnico para criar nova esperança no torcedor em tempos de crise só que agora, felizmente, o ano vira e os comandantes continuam. Notem que Flamengo, Botafogo, Fluminense, Internacional, São Paulo saem na frente dos rivais pela manutenção do técnico.

Só que não é só isso. Há uma outra corrente que ganha destaque por ter no banco de reservas seu maior reforço. Palmeiras, Corinthians, Santos e alguns clubes que optaram por ter um medalhão comandando a equipe.

Os dois caminhos citados acima vão se encontrar em um explicação: a falta de reforços de qualidade no mercado. Podemos contar nos dedos os craques que arrancam suspiros da torcida. Aposto em belos torneios neste ano no quesito técnica e tática mas lamento a falta de grandes opções no mercado brasileiro. Apesar que basta olhar os casos de Breno e Alexandre Pato para entender a economia que domina o futebol mundial.



Escrito por Eduardo de Meneses às 14h32
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